Soneto ao Amor Que Não Morreu.

(A meu marido e companheiro de 49 anos)

Rosa Magaly Guimarães Lucas

Eire

 

  

Nosso amor já não tem dias tão felizes,

Não tanto, quanto em tempo mais dourado...

Eu sei que tu o sentes, não porque o dizes,

Mas porque o mostras, no olhar apaixonado.

 

Às vezes corre em meu corpo um calor

E o encontra meio inútil, alquebrado;

Mas toda a vez que o faz, o nosso amor

É dentro de noss’alma despertado;

 

E corre, e pula, e parece um menino,

Tendo em mãos um brinquedo, o favorito,

O mais  precioso talvez, que Deus lhe deu...

 

Este brinquedo, meu Amor, defino:

É um tesouro, meu Bem, e o mais bonito,

Sabes o que é? O amor que não morreu!

 

Jaxaraípe, E.S., 07 de janeiro de 2004.

 

Contato

Recomendar

Webmistress

GuestMap

 

Retornar

 

Copyright © 2003- Flori Jane WebPage

 Todos os Direitos Reservados