Ah! como eu gostaria de
poder lhe contar
Mas com palavras que nem sei de onde tirar
Falar dos
sonhos, narrar a história,
te cobrir de vitórias,
Entoar um canto, gritar
pelos cantos
E ter tudo isto na memória.
Dizer das alegrias, dos
anseios
Da angústia, da espera.
Sair correndo quase sem saber para onde
ir.
Mas a procura de ti para te querer.
Ah! como eu queria...
Olhar
os campos, as flores,
As ruas, as praças.
Os circos, os parques.
E
achar de tudo, muita graça.
Te encher de beijos e abraços,
Sentar no
banco, entregar-te as mãos
Para que elas possam tocar teu coração.
Sentir
teus lábios, teu abraço apertado
E poder estar sempre, sempre ao teu
lado
Olhar o mar, correr nas praias
Sempre juntos de mãos
atreladas
Sorrirmos juntos das coisas engraçadas.
Talvez pensem que
tudo não passe de uma piada
saber que ali, naquele instante
não erramos
nem somos errantes
somos apenas dois, ou sei lá, talvez um
nos perdemos
até pela emoção
não sabemos exatamente qual a questão,
nem paramos para
entender a razão.
Ah! Se neste instante eu te encontrar
Vou lhe dizer
tantas coisas
Que talvez me peça para calar
Mas no fundo tens toda a
razão
Não preciso ficar dizendo um montão
É tudo muito simples, só usar
duas palavras
Sei até que poderá derrubar de ti lágrimas
Mas com certeza
irei lhe dizer...
Te amo
!
N.T.Genova
Formatação
Sp,11 de maio de 2004
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