Balada das Luzes

 

Embaladas pela balada,

Para lá, para cá...

Luzes... Milhares de luzes piscam

A um só movimento.

Crianças que correm e esquecem da vida,

Brincando com seus brinquedos,

Chupando balas... Doces baladas...

Pirulitos e palhaços tomam conta

De seus olhos.

Sacodem, balançam doces baladas...

Risos agudos e a inocência estampada,

Esperança marcada em rostos puros,

Nos rostos os garotos terão barba e espinhas.

As garotas, pó de arroz e base.

São tão lindas... Lindas como crianças

Dormindo embaladas em baladas doces.

Luzes, cores... Vermelho, amarelo e azul...

Pureza, inocência e saudades.

Elas brincam de saudades...

E na hora de ninar, dormem cansadas.

Doces baladas... Baladas de luzes...

 

Paulo Monteiro

1982

 

 

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