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Onde a mão, que detonou o
infortúnio?
E, em total desatino,
escreveu um destino
Onde a mão,
que incinerou tantos sonhos,
travou de todas as bocas, o
riso,
calando os gemidos, na
desintegração total?
Onde a mão que exilou
outras mãos,
deixando a sobrevoar, sobre
o caos,
Inspirado no poema "Sobrevivente" de Silsaboia
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