
Entrando de mansinho!
Quando chegas de mansinho...
E vens da minha paz me tirar
Num mergulho profundo em minha alma
Vejo o quanto tenho que mudar.
Quando chegas de mansinho...
Trazendo a dor que eu não queria mais
Sinto o mundo se acabar
A dor volta a se instalar
A nostalgia vem comigo morar.
Quando chegas de mansinho...
E entras para minha alegria levar
Analiso o quanto preciso lutar
Para poder a paz restaurar
E a vida celebrar
Ah...Tristeza!
Podes de mansinho entrar
Muitas vezes me machucar
Mas, as mãos que tenho para segurar,
Jamais vão me desamparar
Faz-me à felicidade voltar
A paz novamente comigo ficar
Na hora em que me ponho a rezar!
Gotinha 2003