Black  Out 

 

De repente paro.

Apenas ouço.

Respiro fundo.

Presencio até minha aura.

Sentencio a alma:

“Combalida existência.

Apóia-te em barrancos sombrios

Da profana individualidade mundana”.

A humana divindade que me aflora,

Não é blasfêmia ou coisa assim;

Porém sim, insuficiente a sucumbir

A tudo que agoniza e ofusca.

Carrego luz difusa.

Irradio-a no prisma da verdade,

Mas o reflexo da confusa realidade

Remete-me à terapia da insanidade,

Na busca de uma indulgência

Ou na cura de minha adversidade.

 

Edilson Luiz Guaratto

21/09/04

 

~ Recomendar ~

 

 

Contato

Webmistress

GuestMap

(Livro)

 

 

Retornar

 

 

Copyright © 2003- Flori Jane WebPage

Todos os Direitos Reservados